“Só ele seria capaz de fazer a Bossa Nova”, diz Ruy Castro sobre João Gilberto

Bocudo
Ruy Castro, autor do livro “Chega de saudade: a história e as histórias da Bossa Nova”. (Foto: Ricardo Borges/Folhapress)

“João Gilberto não foi só o inventor da Bossa Nova, ele era o portador de um patrimônio musical brasileiro que começou em 1930 e vem até os nossos dias, um homem que tinha na cabeça toda a história do samba. Só um conhecedor de samba como ele seria capaz de fazer a Bossa Nova.”

A definição é do jornalista e escritor Ruy Castro, que, em entrevista à BandNews FM, repercute a morte do baiano, aos 88 anos de idade. Ele destaca como grande legado de João Gilberto também a forma diferente de cantar frases longas, aparentemente sem precisar respirar, e a batida do violão.

“Ele deixou cerca de 20 discos que deveriam ser ouvidos continuamente por todo mundo que queira trabalhar com música ou goste de música”, diz.

Confira a entrevista na íntegra de Ruy Castro à repórter Aiana Freitas:

 

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