Greve em todas as linhas dos trens da Grande São Paulo

O serviço de trem metropolitano que atende a cidade de São Paulo e 22 municípios foi totalmente paralisado na manhã desta quinta-feira (2), depois de assembleias realizadas na noite de quarta-feira pelos trabalhadores. Na rede da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) circulam, por dia, cerca de 2,4 milhões de passageiros.

Os trabalhadores pedem um aumento real de 5%, além de vale refeição de R$ 19 por dia e implantação de um novo plano de carreira. A CPTM ofereceu reajuste de 3,27%, sendo 1,75% de correção pelo IPC/Fipe e 1,5% de aumento real e vale refeição de R$ 17 por dia.

Por meio de nota, a CPTM disse “lamentar a decisão arbitrária de três dos quatro sindicatos que representam os empregados de suas seis linhas, que decidiram pela greve”. A companhia apela à categoria para que cumpra a determinação do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de manter 90% da operação nos horários de pico e 70% nos demais horários.

Estão em greve os ferroviários ligados ao Sindicato dos Trabalhadores das Empresas Ferroviárias de São Paulo, ao Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Sorocabana e ao Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil.

O Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo, que representa cerca de 200 engenheiros que trabalham na CPTM, informou que está em campanha salarial, mas não aderiu à greve.

(Com Agência Brasil)

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